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O bancário poderá ser atendido na sede e sub-sedes do Sindicato.
Você também poderá utilizar nosso E-mail: sese77@originet.com.br
Na sede poderá contar com atendimento nas secretarias de bancos privados ou estatais.
O atendimento jurídico poderá ser feito na sede e na sub-sede de Osasco.
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| Departamento Jurídico | SRSS | |||||
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Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
A Secretaria de Saúde e Condições de Trabalho (SSCT) atua em dois níveis: no plano institucional, elabora as políticas de saúde para a categoria, negociando com a Fenaban e o governo questões relacionadas à melhoria das condições e ambientes de trabalho, enquanto no atendimento direto aos bancários presta orientação médica e trabalhista individual sobre questões decorrentes de doenças do trabalho. Além disso, cria mecanismos como cursos e material informativo para capacitar o bancário a cuidar da própria saúde ou para atuar em CIPAS e Sipats
Atendendo a uma média de 10000 bancários ao ano, pessoalmente ou por telefone, a SSCT dedica-se também a preparar a categoria para a prevenção de doenças como as LER (Lesões por Esforços Repetitivos), que representam mais de 90% de toda a demanda recebida. Constituindo-se numa verdadeira epidemia na categoria, as LER mereceram atenção especial. A Secretaria editou e distribuiu 40 mil cartilhas sobre o tema e criou os Grupos Informativos sobre LER. Esses grupos organizam-se em reuniões onde médicos, advogados e fisioterapeutas esclarecem todos os aspectos da doença - do diagnóstico a partir dos sintomas, às formas de prevenção e tratamento, e ainda os direitos previdenciários do trabalhador lesionado .
Prova do avanço da conscientização sobre a gravidade dessa doença é o grande número de CATs (Comunicação de Acidente do Trabalho) emitidos. Somente em 1995 foram 1.658. Além disso, neste ano a SSCT reintegrou 74 bancários lesionados que não chegaram a emitir CATs.
Outra importante conquista relacionada à LER está a caminho: a implantação do Programa de Prevenção, Tratamento e Reabilitação, em fase final de negociação com a Fenaban e que deverá ser implantado no próximo semestre. Ele garantirá tratamento adequado aos lesionados e a garantia do emprego quando do retorno ao trabalho. Uma vitória importante de 96 foi a garantia do Vale Alimentação por cinco meses para todos os bancários afastados por licenças médicas relacionadas ao trabalho.
Realizou, ainda, Cursos de Formação para Cipeiros, além de participar de inúmeras negociações específicas banco-a-banco. Agora está editando uma cartilha sobre Aids - Prevenção & Solidariedade, Vivendo com a Aids -, numa contribuição do Sindicato para difundir entre a categoria e a sociedade conhecimentos sobre a prevenção e o combate à síndrome.
Imprensa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
| Desde 1979,o Sindicato prioriza investimentos na área de comunicação com periódicos dirigidos aos
bancários e seus familiares. Ainda hoje é o único Sindicato a ter tido um programa diário de duas horas em rádio. De sua redação que emprega cerca de 15 profissionais, sai um jornal tablóide diário, a Folha Bancária, com
tiragem diária de 75 mil exemplares, com mais um suplemento semanal para as cidades de Osasco e região,
dirigida a sócios e não sócios da entidade. Seu noticiário traz temas salariais, negociações, desempenho dos
bancos, avaliações, críticas sobre política econômica, segurança nas agências bancárias, saúde, Publica cerca de 20 jornais de formatos variados direcionados aos principais bancos, visando retransmitir informações e idéias sobre a empresa do bancário e seu contexto sócio-econômico. Alguns jornais são elaborados com a participação direta de bancários, que formam grupos de atuação e militância. A política editorial tenta refletir o espírito do bancário, um misto de combatividade e irreverência. |
A Revista dos Bancários, com periodicidade mensal, remetida diretamente para o endereço domiciliar do associado tem como principal característica a linha editorial que amplia o temário sindical, com reportagens e textos sobre variados assuntos, associados a um padrão gráfico de qualidade.
Da imprensa saem adesivos, cartazes, folhetos, cartilhas que apoiam o trabalho dos dirigentes sindicais junto aos bancários sobre doenças, segurança no trabalho e direitos.
Esse conjunto de materiais é fundamental para a política de comunicação da categoria bancária.
Relações Sociais e Sindicais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
A Secretaria de Relações Sindicais e Sociais do SEEB.SP, vem assumindo seu papel de interlocutora da diretoria com os movimentos sociais e outras categorias profissionais, no sentido de tentar construir um novo momento na busca de alternativas concretas de cidadania plena na sociedade. Nos últimos anos as questões sociais têm assumido uma crescente importância na agenda do movimento sindical e, o aparecimento cada vez maior do teceiro setor (Organizações não Governamentais ), resultado, é claro, do enorme contingente de trabalhadores que foram afetados pelo desemprego estrutural .
Para contribuir na reflexão e na ação sobre estes problemas sociais, a SRSS vem propiciando várias atividades como debates e seminários, trazendo convidados das mais diferentes correntes de pensamento, como Delfim Netto, José Anibal, líder do PSDB na Câmara Federal, Osmarina Silva e Benedita da Silva, Senadoras pelo PT do Acre e do Rio de Janeiro.
Mais do que promover debates e seminários, o Sindicato dos Bancários, através da Secretaria de Relações Sociais e em conjunto com dezenas de entidades, promoveu o Encontro Estadual sobre a Criança e o Adolescente, onde participaram mais de 900 delegados, representando quase 300 entidades. Deste encontro surgiu o PROJETO TRAVESSIA, onde participam sindicatos, empresas, universidades e governos, com o objetivo de contribuir para os meninos de rua passem a ser sujeitos de direitos.
Da preocupação com a crise habitacional no país, resultou na realização da pesquisa sobre o perfil sócio-econômico da categoria, que serviu de base para a criação da Bancoop - Cooperativa Habitacional dos Bancários.
Dentre as preocupações sociais, destaca-se também a importante relação desenvolvida entre o Sindicato e o Movimento Sem Terra, particularmente com a campanha pela punição pela violência no Pará e também com a participação dos militantes do MST na nossa Campanha Salarial.
BANCOOP -A Cooperativa dos Bancários. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Criada em junho de 1996, a Bancoop nasceu a partir da constatação da diretoria do Sindicato de que a casa própria era e é um dos maiores sonhos do bancário e sua família.
É consenso atualmente que uma cooperativa é maneira mais eficaz de resolver o problema habitacional do país. Claro que isso vale se for uma cooperativa voltada para os interesses de seus cooperados, como é o caso da Bancoop.
Ainda recém criada nossa cooperativa já conta com 5 mil associados, 600 deles já envolvidos em 2 empreendimentos - Torres de Pirituba (zona oeste) e Veredas do Carmo (zona leste).
Ainda em 96 deveremos lançar um empreendimento em Osasco e em 97, mais alguns - zonas sul e norte da capital, um empreendimento para bancários com salários entre R$500,00 e R$600,00, e, possivelmente um condomínio de casas e um empreendimento na praia.
Mas não é só isso. Sabendo que os salários da categoria variam bastante de acordo com o cargo, a Bancoop se dispõe a organizar empreendimentos que contemplem todos.
Para ser participar de todos esses planos o bancário tem que ser sindicalizado, e se associar à Cooperativa, adquirindo a cota parte de R$56,00.
Novas inscrições podem ser feitas nas sub-sedes do Sindicato e na própria Bancoop, Rua São Bento, 413 1º andar.
Excelente notícia:
Recentemente foi proposto pelo Sindicato e pela Bancoop ao representante da CUT no Conselho Curador do FGTS que o saldo do fundo pudesse ser utilizado não somente para imóveis construídos nas também para o abatimento de dívida de quem está construíndo ou programas de autofinanciamento, como é o caso da cooperativa. Não deu outra a proposta foi aprovada e você poderá reduzir o valor das parcelas com seu FGTS.
Isso prova que cooperativa, quando administrada com seriedade e competência, torna-se um projeto viável, podendo beneficiar milhares de trabalhadores, incluindo aí os bancários.
Bancoop - Acredite nessa idéia, no sonho da casa própria.
Fundação Projeto TRAVESSIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
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APRESENTAÇÃO
Reorganização produtiva, novas tecnologias, desemprego e crianças abandonadas. Estes são os
principais temas dos congressos e conferências tanto de trabalhadores como de empresários e
governos em todos os continentes. Os reflexos destes problemas nos países em desenvolvimento ou
subdesenvolvidos são bem maiores que nos países europeus.
O Brasil, mesmo com seus grandes números econômicos de produção e consumo, convive com
grandes bolsões de pobreza, miséria e violência social. As crianças são as mais prejudicadas,
deixando de ter seus direitos protegidos ou assegurados.
Depois da democratização do pais, da criação das centrais sindicais e das eleições
presidenciais, surge uma nova proposta de trabalho com as crianças e adolescentes,
especialmente com as que vivem nas ruas dos centros urbanos, o Projeto Travessia.
OBJETIVOS
Construir de forma direta e indireta para que haja um trabalho integrado que articule:
as crianças e adolescentes de rua;
a rede de serviço público e privado disponível;
a comunidade, incluindo os empresários e
as famílias das crianças e adolescentes.
Este trabalho integrado deverá criar as condições para que as crianças e adolescentes
possam retornar para suas famílias ou construir novas formas de vida familiar ou
independente, deixando de viver na e da rua. Para executar o trabalho foram contratados
educadores, supervisores e consultores altamente qualificados.
Internet: Home page: http://www.travessia.org.br
e-mail: projtrav@sp.dglnet.com.br
Lazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Quadras poliesportivas, playground, conjunto de piscinas, campo de futebol, chalés, bosque, restaurante, área para churrasco, salão de jogos e uma série de outras opções. Isso tudo dentro de uma área de 160 mil metros quadrados, às margens da represa Bilings. Possuir um espaço com essas características sempre foi reivindicação da categoria.
O Centro de Formação e Lazer dos Bancários foi adquirido pelo Sindicato no mês de setembro e passando as reformas que deverá sofrer, estará à disposição do bancário e seus familiares. Com capacidade para receber até 4 mil pessoas, o Centro de Formação e lazer promete ser mais que uma opção: será um ponto de encontro de todos os bancários.
O local fica na Av. Dona Belmira Marin, antiga Estrada do Bororé, nº 45, na zona sul.
O café dos Bancários é um espaço que funciona na própria sede do Sindicato - O Edifício Martinelli. Num ambiente agradável e descontraído, o Café tem capacidade para mais de 200 pessoas e têm atividades constantes, como apresentações musicais, exposições, etc.
O bancário sindicalizado goza de desconto de 20% sobre suas despesas e não tem consumação mínima.
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| ....A Gráfica dos Bancários, vem sendo um dos mais ousados projetos realizados não só por esta diretoria, mas por todo o movimento sindical. Com ela o potencial de implementação de nossas lutas foi sensivelmente aumentado. O maquinário, um dos mais modernos existente em São Paulo, foi adquirido tendo como objetivo aumentar nossa capacidade de enfrentamento com os banqueiros e de informação aos bancários. Na Bangraf são produzidos praticamente todos os materiais impressos do Sindicato, como a Folha Bancária, a Revista dos Bancários, a agenda, boletins, panfletos cartazes, etc. Como consequência, foi criada uma nova fonte de receitas para o Sindicato. Hoje nosso parque gráfico presta também serviços comerciais o que já representa 22,04% de nossa receita total. Estamos, com isso criando condições reais para que o Sindicato adquira uma vida financeira autônoma. Através de de uma nova política administrativa adotada por esta gestão, foi possível renovar máquinas e criar mecanismos para atrair serviços de terceiros. A Bangraf demostrou ser um projeto altamente viável. |