Data:
02/02/2010
RS - Chapa 1, da CUT, recebe apoio de lideranças sindicais. Eleição é nesta quarta (3)
Nesta quarta-feira (3), o Sindicato dos Metalúrgicos de Erechim realiza eleição que envolve trabalhadores de todas as empresas metalúrgicas da região. A Chapa 1, da CUT, encabeçada pelo companheiro Valdecir Luis Frare é a favorita na disputa e conta com o apoio da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, além das Federações e Sindicatos filiados.
O secretário-geral da CNM/CUT, João Cayres, e o vice-presidente, Claudir Nespolo, estão na cidade para acompanhar o processo eleitoral e reafirmaram a opção pela Chapa 1. O presidente da CNM/CUT, Carlos Grana, também demonstrou apoio a estes companheiros.
"Os companheiros da Chapa 1 tem o apoio da atual direção e vão dar continuidade ao processo de conquistas que fizeram dos metalúrgicos de Erechim, um dos sindicatos mais fortes não só no Rio Grande do Sul, mas em todo o Brasil, disse Cayres.
"Vale lembrar que da base metalúrgica da CUT em Erechim surgiram dirigentes que se tornaram referências nacionais e internacionais, tanto no movimento sindical, como na política. E os companheiros que estão na Chapa 1 fazem parte desta mesma base sindical que luta, acima de qualquer coisa, em prol da categoria", afirmou Claudir.
Sobre a eleição sindical
No dia 03 de fevereiro todos os metalúrgicos sócios do Sindicato poderão votar nas eleições para escolher quem vai dirigir a entidade nos próximos três anos.
Este é um dos momentos mais importantes na história do sindicato: é momento de reafirmar que o lado que um sindicato de verdade deve defender é o do trabalhador.
Também é momento de garantir a continuidade desta história de vitórias, conquistas e luta para manter e ampliar os direitos dos metalúrgicos.
Uma das características da Chapa 1 é a representatividade. Fazem parte da chapa trabalhadores de diversas empresas que conhecem as diferentes realidades, os principais problemas e os desafios para o próximo período. São trabalhadores que possuem o respeito dos colegas e tem consciência de que o dever do dirigente sindical é defender um único lado, que é o lado do trabalhador.
Fonte: CUT
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